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FEICOOP celebra a Economia Popular Solidária

14 de julho de 2018

No ano que comemora a 25ª edição, Santa Maria acolhe a diversidade e partilha experiências para a construção de um mundo mais justo e igualitário

A 25ª Feira Internacional de Economia Solidária (Feicoop), o 3º Fórum de Economia Solidária e a 3ª Feira Mundial de Economia Solidária abriram as portas para seus visitantes, expositores e demais participantes.O evento que começou ontem (13\7) vai até domingo (15), em Santa Maria (RS). A economia popular pode ser vista na prática, de diversas maneiras, com diversos sotaques, inclusive internacionais, uma vez que há representantes de diversos países como Uruguai e Argentina, por exemplo.

A variedade de produtos é imensurável. De artigos de vestuário a decoração, artefatos domésticos, brinquedos, passando pela alta diversidade de alimentos como frutas, verduras, queijos, salames, cucas e pães. Não espere comprar água, ela não pode ser vendida, é tratada como um bem natural que todos devem ter acesso. Além do espaço de comercialização de produtos da Economia Solidária há espaços de formações e culturais onde os povos tradicionais como índios, quilombolas e outras etnias podem se expressar para quem por ali passa. Há também uma programação intensa com rodas de conversas, debates, seminários e reuniões. Um espaço democrático para troca de experiências e saberes sobre a economia popular solidária.

Autoridades e representantes de entidades estiveram presentes na abertura da feira em Santa Maria.

Luiz Cláudio da Silva (Mandela), diretor-executivo da Cáritas Brasileira, destacou a importância da Feicoop para o fortalecimento da economia solidária no Brasil e no mundo. “A feira de Santa Maria construiu um pensamento sobre a economia solidária, sobre os empreendimentos da economia solidária, sobre o tipo de bem viver” – destaca.

Artesã Patrícia aproveita a feira para vender luminárias e expressar sua criatividade.

Irmã Lourdes Dill, vice-presidente da Cáritas Brasileira e coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança, na fala de abertura da Feicoop, dasabafou: “Quando iniciamos esta feira, há 25 anos, muitos não acreditaram, nos chamaram de loucos e disseram que esta experiência não iria dar certo. Hoje estamos comemorando 25 anos. Uma feira se faz de história, de cultura, não só de venda de produtos, mas existe também uma feira de gente, existe uma feira de intercâmbios”, afirmou a religiosa durante a abertura da feira.

Para a artesã e comerciante Patrícia Pedron, de Santa Maria, que produz luminárias a partir de canos de PVC e técnica de microretífica, a feira é mais que uma oportunidade de divulgar o seu trabalho e vênde-lo: “Estou a dois anos na Feicoop e pela economia solidária já fiz amizades com outros expositores e com meu trabalho eu posso exercer minha criatividade e as pessoas gostam, faço muitas imagens de santos”, revela.

Cáritas Notícias

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